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sábado, 14 de fevereiro de 2015

Tudo o que precisamos (está aqui), de Mão Beijada


A arte do beijo ou o beijo nas artes

Este post devia começar com o acompanhamento do início da Marselhesa, o hino nacional francês. Só precisamos de imaginação. E de Amor, como nos diz a canção que John Lennon (e Paul McCartney?) escreveu na década de sessenta do século passado, All You Need Is Love (numa tradução literal, Tudo o que tu precisas é de Amor). A primeira vez que os Beatles a tocaram ao vivo foi na televisão, no programa Our World, a 25 de junho de 1967, e foi visto por 400 milhões de pessoas em 25 países. Também esta música começa com a introdução da Marselhesa, que lhe dá o ritmo para uma marcha que iria durar muitas décadas e marcar a própria palavra Amor.
Capa dos disco All You Need Is Love,The Beatlesm Apple Corps, Ltd.

Inspirou, com certeza, muitas outras músicas e muitas mais pessoas. Assim é o poder da música, sobretudo quando aliado a esse grande sentimento, que por sua vez inspira, se não todos, a maior parte dos seres humanos do nosso planeta e todo o Mundo da Arte. Da música à pintura ou à escultura, do cinema ao vídeo, da arquitetura ao design, ele está em todo o lado, como relembraram os Wet Wet Wet em 1994 noutra, que se tornou também um hino ao Amor nesse meado de década (e nos anos que se seguiram), com Love Is All Around, (O Amor está em todo o lado) : dos dedos das mãos aos dedos dos pés, num sentimento que vai crescendo, crescendo, como um elástico que nunca rebenta :
«I feel it in my fingers / I feel it in my toes
Love is all around me / And so the feeling grows
It's written on the wind / It's everywhere I go
So if you really love me / Come on and let it show
You know I love you, I always will / My mind's made up by the way that I feel / There's no beginning, there'll be no end / 'Cause on my love you can depend»
Abstract kissVeronica Jackson

Muita gente depende do Amor. E quando falamos em Amor, falamos num sentimento que não tem barreiras de comunicação, de opções e aptências sexuais, de género, de raça ou etnia, de cores de pele, de cabelo, de olhos. É abstrato. Daí a facilidade com que ele se expande e reproduz, ainda que alcançá-lo seja uma tarefa difícil, mas sempre recompensadora. A sua busca também pode ser feita por um caminho cheio desse sentimento.
É comum dizer-se que Amor há só um, mas eu acredito - e estou convencido - de que há muitos tipos de Amor e, por isso, se pode amar muitas pessoas. Logo, não há só um nem dois (como cantava João Simão da Silva, mais conhecido por Marco Paulo). Há o Amor dos Amantes, o Amor dos Pais, dos Filhos, da Família, dos Amigos. Deixo de fora o amor pelas coisas, um tipo de amor minúsculo na intenção, que prolifera como uma erva daninha e não faz jus a 'outro' tipo de Amor, com letra grande e sentimentos gigantes.

Les Amants (1928), Rene Magritte (1898-1967), 
pintura surrealista a óleo, no género simbólico, 54 x 73.4 cm
Gallery: Museum of Modern Art, New York, USA

Que melhor maneira do que celebrar a Vida e o Amor, senão com um beijo? Um, ou muitos. Beijar é uma Arte milenar que não compromete ninguém e ninguém deve ser obrigado a dá-los. Muito menos a não recebê-los. Por isso nunca se retraiam nem contraiam na sua distribuição gratuita. A canção escrita pelo Carlos Paião e celebrada por um dos melhores humoristas de sempre do nosso país, o excelentíssimo grande senhor Herman José, é um gracioso exemplo do beijo como tema, numa música portuguesa :
«- Oh chega cá...
- Não vou.
- Tu és tão linda...
- Pois sou.
- Dá-me um beijinho...
- Não dou.
- Dás ou não dás?
- Não e não.
- Então dou eu...
- Oh! isso não.
- Dá-me um beijinho...
- Não dou não.
Ora dá cá um e a seguir dá outro, / Depois dá mais um que só dois é pouco / Ai eu gosto tanto e é tão docinho / E no entretanto dá mais um beijinho
- Então dá lá...
- Já disse.
- Eu faço força...
- Que parvoíce.
- Dá-me um beijinho...
- Oh que chatice.» -
Canção do Beijinho
Ela armava-se em púdica, mas não acredito que ela não quisesse mesmo um. Estava a ser teimosa ou simplesmente tímida. "Deslarga-me da mão", apetece dizer.

Kiss II (1962), Roy Lichtenstein (1923-1997), pintura Pop art,
44,8 cm × 172,7 cm, Location: Private collection

Até a ciência o tenta compreender, desde a sua origem até à sua química e efeitos nas células e nos nossos neurónios, procurando a resposta a esse efeito misterioso. No século XVII já Jonathan Swift dizia, em jeito satírico, que
«foi tolo o primeiro que inventou o beijo.»
A cientista Helen Fisher, uma antropóloga de New Jersey (EUA) disse uma vez que os humanos desenvolveram três sistemas principais no cérebro para acasalar ou se reproduzir, e que o beijo ajuda-nos a escolher o melhor parceiro para procriação :
«o ato de beijar apareceu para estimular esses circuitos cerebrais de uma maneira única. Pode ter evoluído como uma estratégia biológica de ação rápida para avaliar o companheiro. Os homens gostam de beijos mais húmidos, com bocas mais abertas e mais movimento da língua. A hipótese é que eles estão a tentar inserir pequenas quantidades de estrogénio para ver em que estado está a mulher no seu ciclo menstrual para indicar o estado de sua fertilidade.»
Podem ler o artigo completo no The Guardian online.
O Beijo (The Kiss) (1907–1908), Gustav Klimt, pintura, 1,80 m x 1,80 m
 Österreichische Galerie Belvedere, Secessão de Viena, Art nouveau

O Beijo de Amor de que quero falar é aquele que celebra a Vida. Um sem o outro não co-existem.
«Where there is love there is life.» - Mahatma Gandhi 
(Onde há amor há vida.)
Eu prefiro olhar para o Beijo como um ato mais romântico ou simplesmente carnal, mesmo estando consciente do poder biológico. Muitas vezes é preferível a insconsciência pura (desde que esta não magoe ninguém). É preferível atiramo-nos de cabeça, sem pensar muito nisso. E mergulhar :
«You are the port of my call / You shot and leavin' me raw / Now I know you're amazing / 'Cause all I need / Is the love you breathe / put your lips on me and / I can live underwater, / underwater, underwater!
With your love I can breathe /
I can breathe underwater» - Mika
Só quem mergulha num beijo bem dado é que sabe. E o Mika, que cantou a música Underwater, sabe que ele pode ser a nossa botija de oxigénio. É a origem do Amor! (The Origin of Love é também o nome do álbum onde incluiu o referido tema, escrito em conjunto com Littlemore e Paul Steel).

The birthday kiss (1925), Artist: Marc Chagall (1887-1985), pintura

Há o beijo à francesa, o beijo xoxo, o que se dá na cama e o que se dá em qualquer lugar. O beijo mitológico e o bíblico, o do Cupido e o de Judas, o real e o fictício, ou apenas demasiado seco. Eu, sem vos querer chatear mais com esse ato que pode ser muito molhado, aqui vos deixo uma série deles. Estou certo que há muitos mais. Afinal, o Amor está aqui e em quase todo o lado. Quase. Onde não esteja, vamos fazer por isso. Porque o Amor eleva-nos. E a Arte também. Tal como o Amor, ela assume muitas e variadas formas : pedra tornada escultura, tela pintada de e com paixão, momento capturado numa lente, em 8mm ou 8 megabites, metal cortante ou madeira aconchegante, música mais apaixonante ou em ritmo relaxante. Até de bocados de nada, de lixo que mais ninguém quer, se consegue mostrar o que um Beijo quer dizer. Quer sejam cinematográficos ou suavemente discretos, podem ser muito diferentes mas dizem o mesmo : que o Beijo é assim e assado. Mas é preferível um pouco molhado!

The Kiss (2010), Vik Muniz, fotografia com técnica mista

The Kiss in Times Square (1945), Alfred Eisenstaedt, fotografia

The kiss (1892-93), Toulouse Lautrec (1864-1901), 
pintura pós-impressionista, sobre cartão, 39 x 58 cm, Coleção privada

The kiss (1931), Pablo Picasso (1881-1973)
  
The Judas Kiss (2008), Mark Satchwill, aguarela e guache

Beijo (Sayeva), Kuba Wojewoda, fotografia
[http://kubawojewoda.deviantart.com]


A bailarina II (1925), Joan Miró (1893-1983), pintura
Fundación Joan Miró en Barcelona

Psyche Revived by Cupid's Kiss (1787-1793; 1800-1803), 
Antonio Canova, mármore, 155 cm × 168 cm, 
Louvre, Paris; Hermitage Museum, Saint Petersburg


O Beijo (Le Baiser) (1901-4), Auguste Rodin (1840 1917) 
mármore, 1,80 m x 1,2 m x 1,5 m, 3.180 kg, Tate Museum

Rocking Chair for Two, design de mobiliário

 Tsang Cheung Shing, Hong Kong, escultura

 Diogo Lopes diz... “O quanto eu gostaria de estar na tua pele”,
poesia interpretada em vídeo
[se não consegues ver o vídeo clica aqui]

Homem de Papel (Paperman), curta animada 
[se não consegues ver o vídeo clica aqui]

Underwater, Mika, 2012,
Casablanca Music, 
vídeo de música
[se não consegues ver o vídeo clica aqui]

Just Give Me A ReasonP!nk ft. Nate Ruess2012
RCA Records, 
vídeo de música
[se não consegues ver o vídeo clica aqui]

Best Kisses in Movies, compilação em vídeo (7 minutos)
[se não consegues ver o vídeo clica aqui]
Features 
O V for Vendetta O Amelie O Spiderman O Wall-e O Atonement O A/R Andata+ritorno O My blueberry nights O 500 days of Summer  Romeo+Juliet O Titanic O Forrest Gump O The terminal O Pirates of the Caribbean O When Harry met Sally O Notting Hill O Four weddings and a funeral O Some like it hot O Moulin Rouge O Spiderman O Kick Ass O Watchmen O X-men O Colombiana O Jerry Maguire O Zombieland O Adventureland O Elizabethtown O Colombiana O Harry Potter O Bram Stoker's Dracula
O The Lord of the Rings O Star Wars O Jennifer's Body O Cruel Intentions O Vicky Cristina Barcelona O Black Swan O Girl, interrupted / Wild Things O Brokeback Mountain O In&Out O The Godfather O Shakespeare in love
O Big Fish O Gone with the wind O Twilight O Jeux d'enfants O Serendipity O Love actually O Stranger than fiction O The recruit O The Island O Match Point O The Graduated O 500 days of Summer O Love and other drugs O Roger Dodger O Adventureland O Fever Pitch O Black Swan O Rain man O Top Gun O When Harry met Sally O Bridget Jones O Shallow Hal O Lady and the tramp O Lion King O Snow White and the Seven Dwarfs O Simpsons O Hercules O Nightmare before Christmas O Ghost O Army of Darkness O The Goonies O A Kinght's Tale O Along Came Polly O A beautiful mind O An Officier and a gentleman O The postman O The Crow O The Mask O Non ci resta che piangere O Frankie & Johnny O Sin City  O Matrix  O  Back to the future O American Beauty O Indiana Jones O Cheri? O Cashback O Slumdog millionaire O Garden State O Lost in translation O Excess baggage

Love Is All AroundWet Wet Wet,1994
Mercury Records Limited, 
vídeo de música
[se não consegues ver o vídeo clica aqui]

«You gave your promise to me and I gave mine to you
I need someone beside me in everything I do» - Wet, Wet, Wet
«I'm Living for love / Not gonna stop/ 
Love's gonna lift me up» - Madonna

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Meia de leite em movimento - publicidade com amor


Três dias e cerca de mil chávenas de café com leite depois...
- Sai uma animação cheia de criatividade para a mesa dos apaixonados!
A história de amor chama-se Latte Mottion e foi transformada numa apaixonante curta animação em stop-motion criada pela japonesa Ajnimoto General Foods para promover a bebida de leite Maxim Stick. É talvez a primeira animação no mundo com animação artística com leite e tem slogan
Latte warms the world.
(O café leite aquece o mundo)

O mundo não sei. Mas o meu coração ficou mais quentinho, neste dia de vários dias de muito frio.

(Se não conseguires ver o vídeo clica aqui)



terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Levem-me ao céu - Serfei Polunin, Hozier e David LaChapelle


Quando se junta Sergei Polunin, Hozier e David LaChapelle, casa-se o que de melhor tem a performance através da Dança, com a Música e a Realização (Vídeo).

No vídeo (que podes ver abaixo) Polunin improvisa sobre a música Take Me to Church, de Hozier, e LaChapelle capta o essencial com a sua visão fotográfica. A simplicidade contrasta com outros trabalhos do reconhecido e por vezes polémico fotógrafo. É por aí, e por isso, que este vídeo me eleva. Não me leva à igreja, mas definitivamente faz com que comungue com ele.

(se não conseguires visualizar o vídeo clica aqui)
Sergei Polunin, "Take Me to Church" de Hozier, 
Realizado por David LaChapelle


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

A arte da dança em câmera lenta de David Michalek


Lenta, lentamente. Como se tivéssemos todo o tempo do mundo. Nem se trata de parar o tempo, mas de tentar controlar o seu frenético ritmo. Assim se conseguem ver coisas impossíveis na velocidade normal. E apreciar a sua beleza e dos movimentos, que se sucedem como se fossem fotografias que não querem passar...
"Slow dancing é uma série de vídeos em slow motion que capturam, com uma câmara de alta velocidade, bailarinos na sua arte. Cada bailarino é filmado durante 5 segundos com 1.000 imagens por segundo, o que nos deixa  com um filme de 10 minutos de movimento lento. O extremo slow motion permite que o espetador  consiga ver detalhes que normalmente não conseguiriam ver."
Trata-se de uma obra do americano David Michalek, fascinado pelo movimento dos corpos.


(Caso não consigas visualizar o vídeo, clica aqui)
"Sadler Wells orgulha-se de apresentar a magnífica instalação de imagem em movimento, Slow Dancing, do artista David Michalek, que será mostrada como parte do T-Mobile Big Dance em Trafalgar Square e na  Village Underground em Shoreditch."
www.davidmichalek.net
[via www.happy-pixels.com]

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Mil maneiras de ser criativo - O candelabro de Sia


Sia é uma cantora. Sia é também uma performer. Sia é uma criativa performer que canta maravilhosamente. Embora já tivesse ouvido a sua música, Breathe, na série que segui religiosamente da primeira à ultima e inesquecível temporada da premiada série Sete palmos de terra ( Six Feet Under), não sabia que era dela. Aliás, não sabia quem era ela até que no verão de 2014 lançou o single Chandelier, cujo vídeo oficial tem, à data de hoje, mais de 466 milhões de visualizações no Youtube (quase meio bilião). Fora as vezes que passa nos canais de música e as que toca nas rádios de todo o mundo. 

De vez em quando há uma obra de arte que tem o condão de arrepiar a minha alma. Este é um desses casos. Da voz ao vídeo, à coreografia, à peculiar desenvoltura da jovem bailarina Maddie Ziegler, que consegue uma performance muito adulta e muito além das idades que, como neste caso, não incomodam minimamente a genialidade.

Em cada performance que Sia apresenta traz consigo uma interpretação diferente deste tema (e de outros). Nessas "aparições" televisivas (e não só) a cantora aparece de costas para a plateia e para as câmaras ou com a face tapada. Procura desta forma chamar à atenção para a(s) bailarina(s) que dança(m) a sua música. Consegue também com que eu esteja atento à sua potente voz, que soa tão bem ou melhor que uma gravação de estúdio. Essa é, para mim, uma distinção das pessoas que sabem, verdadeiramente, cantar. Também há outras, que eximiamente interpretam uma canção mas não lhe consegue fazer justiça. Não é o caso nem interessa desenvolver.

Na performance que recentemente fez no SNL ( Saturday Night Live ) Sia usou um visor preto na cara, fazendo sobressair a peruca loura platinada, que é a assinatura do álbum 1.000 Forms of Fear ( 1.000 Formas de Medo ). Desta vez, em vez da maravilhosa bailarina que a costuma acompanhar na maior parte delas, tinha consigo um mimo que a acompanhava interpretando a música com linguagem gestual.

Mas Sia não ficou por aqui. O último single que lançou em vídeo ( no canal de vídeo desde dia 7 de janeiro ) já está a causar polémica. E a polémica no caso dos artistas só faz bem ao seu sucesso. Em poucos dias tem mais de 61 milhões de visualizações. Chama-se Elastic Heart e é protagonizado por Maddie, a bailarina prodígio, a que se juntou Shia LaBeouf, numa relação atribulada a que muitos associam a pedofilia. Eu, sinceramente, não a vejo no vídeo, embora admita que a interpretação do mesmo possa ser essa. Os meus olhos veem corações com elasticidade para dar e vender. E cantar. E dançar, desalmadamente, como se a alma fosse a melhor coisa que temos e que dá razão à nossa vida. Provavelmente é.

Vejam, com os vossos próprios olhos, algumas das atuações que refiro. E já agora, vejam com a alma também. 
Sia - Chandelier (Live on SNL)
Publicado a 18 de janeiro, 2015
Music video by Sia performing Chandelier (Live on SNL). (C) 
2015 Monkey Puzzle Records, under exclusive license to RCA Records
(se não conseguir visualizar o filme clique aqui)

Sia - Chandelier, with Maddie Ziegler & Allsion Holker on Dancing With The Stars
Publicado a 23 de setembro, 2014
Visualizações: 10.112.982
(se não conseguir visualizar o filme clique aqui)

Sia - Chandelier (Official Video)
Publicado a 6de maio, 2014
The official director's cut for the 4 time Grammy nominated hit "Chandelier" directed by Sia and Daniel Askill, featuring Maddie Ziegler.
Visualizações: 466.010.530
(se não conseguir visualizar o filme clique aqui)

Sia - Elastic Heart feat. Shia LaBeouf & Maddie Ziegler (Official Video)
Publicado a 7 de janeiro, 2015
The official video for "Elastic Heart" directed by Sia and Daniel Askill, featuring Shia LaBeouf and Maddie Ziegler. choreographed by Ryan Heffington.
Visualizações: 61.091.952
(se não conseguir visualizar o filme clique aqui)

Sia - Elastic Heart (Live on SNL)
Publicado a 18 de janeiro, 2015
Music video by Sia performing Elastic Heart (Live on SNL). (C) 2015 Monkey Puzzle Records, under exclusive license to RCA Records
(se não conseguir visualizar o filme clique aqui)

Sia Performs Elastic Heart
Publicado a 4 de julho, 2014
Jimmy Kimmel Live
(se não conseguir visualizar o filme clique aqui).  


Capa do disco em que se vê a peruca, destacando-se do fundo negro, e que é a imagem de marca das performances da cantora-artista




sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

A caridade que (não) é um radiador enferrujado


O Guardian 'virou a mesa' deste Natal, a época em que a caridade(zinha) abunda, e mostra 11 das melhores paródias a campanhas de ajuda. Eu escolhi uma, apenas, a da Save Africa, que ganhou um Rusty Radiator Award e que me fez rir do princípio ao fim. Mas podem ver as restantes aqui. Por exemplo: Apesar de os noruegueses terem sido considerados as pessoas mais felizes do mundo, precisam de ajuda no que toca a calor. Aí entra o povo africano, que tem muito calor no coração, para dar e vender. Ou oferecer.

Podem ver o vídeo dessa campanha mais abaixo. Não é um gozo, mas uma paródia, que não deixa de apelar à nossa sensibilização para os problemas humanitários do mundo. Podemos doar, sempre que quisermos ou pudermos, durante todo o ano. Sem estereótipos!
«Errar é humano, tropeçar é comum. Ser capaz de rir de si mesmo é maturidade...»
Bárbara Coré
«Quem sabe rir de si mesmo se diverte muito mais.»
Saint-Simon
 
«Feliz é aquele que pode rir de si mesmo. Ele nunca deixa de se divertir.»
Habib Bourguiba
 
«Nem todo o momento é possível rir de si mesmo, mesmo assim rir de si mesmo produz um sono melhor.»
PríncipeThi
Um dia vou ver quem são estas pessoas que citei. Hoje é o dia de rir. Que sejam todos os dias. :)


((Caso não consiga visualizar o vídeo, clique no link http://youtu.be/xbqA6o8_WC0 ))